à descoberta


Como quase tudo o que é bom, a grande descoberta de hoje foi um cenário digno de um conto de fadas e duendes. Um passeio matinal. Mil paragens para fotografar. O som da água, que a noite tinha sido de chuva. E, aqui no Norte de Gales, isso significa que haverá cascatas onde na véspera estava uma ravina.

A estada de alcatrão, aqui colocada na primavera, já dá lugar a ervas daninhas e a poças de água que se impõem a qualquer ideia humana. O musgo tapou cada muro, as folhas de camadas de outono encheram o chão de um colchão colorido que ampara as quedas.

Mesmo junto à estrada, uma queda de água. Mas a surpresa está mais acima, se seguir fora do caminho. É só esquecer o risco de escorregar, agarrar-me bem aos troncos e confiar que não se partem. Depois, subida aqui, descida acolá, chega-se ao verde, lavado pela água, atravessada pela árvore caída, capturada pela máquina.

Quem chamou “mau tempo” ao inverno?

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