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às quatro da manhã não me ocorria uma razão plausível para alguém se levantar tão cedo, mas quatro horas depois não conseguia entender por que razão alguém poderia perder aquela experiência.

chegámos ao templo onde já tinha iniciado o último dia do festival de theyyem. os músicos eram os mesmos da noite anterior. os ritmos soavam. mais intensos, mas a multidão era esparsa: quatro estrangeiros e meia dúzia de hindus.

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os mesmos vermelhos e amarelos. um deus cumpria a “coreografia”.

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os habitantes da localidade foram acordando e aparecendo. esta madrugada, um novo deus apareceu e o ritual mudou. chamas, calor e fogo. imagens de loucura.

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a luz foi subindo, as encarnações divinas já eram quatro.

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o primeiro retirou-se para ouvir e aconselhar quem o solicitava.

mas continuou o festival e os pormenores foram-se revelando à medida que o dia surgia…

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mais aconselhamento…

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e enquanto um dos deuses exibia o sorriso mais aberto e terminava a sua missão…

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… a manhã continuava a mostrar a mesma energia, treze horas após o início da cerimónia.

e despedimo-nos do theyyem antes das oito da manhã, com um dia bem passado e que dificilmente se repetirá.

[depois de tantas e tantas fotos, se aqui chegaram, espero que a insónia passe depressa ;)]

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