ainda skye, em filme.


estava frio. nas mãos, na cara. o vento soprava forte e depois acalmava. as estradas andavam por ali, mostravam recantos. espaços abertos. caixas do correio onde não há ninguém. a luz que muda depressa. o vento dá lugar ao nevoeiro. o sol aparece, mas só por um bocadinho. e nós parávamos. para contemplar aquele vazio, para ver os barcos a ondular naquela água fria. naquele branco de manhã sem rumo. estávamos em isle of skye, linda e com uma pontinha de inóspita. com mar e brisa. com barulhos de ondas e lagos escondidos onde mal chega a maré. estávamos em todas as estradas, na praia de coral, nos rochedos e precipícios, nos vales surpreendentes e nas piscinas naturais (onde, aparentemente, vivem as fadas). fui sozinha à praia. de pés gelados e maxilares doridos. a areia escura, as pedras escorregadias, as ondas. as ondas.

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